terça-feira, 13 de setembro de 2011

'Penso em não trabalhar tanto aos 60 anos', diz jovem investidor"


13/09/2011 07h22 - Atualizado em 13/09/2011 11h12


Aos 27 anos, Eduardo Scarpari guarda 40% de tudo o que ganha.
'Isso é atitude de quem vai ser rico', diz especialista.

Ligia GuimarãesDo G1, em São Paulo
Série aposentadoria - 13.09 (Foto: Editoria de Arte/G1)
Aos 27 anos de idade, o consultor de marketing Eduardo Santin Scarpari já tem imóvel próprio, economias e planos bem claros para o futuro. “Penso em chegar aos 60 anos e não precisar trabalhar tanto, ter um patrimônio razoável para uma família de quatro pessoas. Quero ter dois filhos e não precisar pensar tanto em dinheiro para educá-los, viajar”, planeja.

Scarpari já começa a colher frutos de uma decisão que ele tomou há anos, ainda na época dos salários “magros” de estagiário em 2004, quando dividia um apartamento com os colegas de faculdade em São Paulo: a de retirar todo mês, religiosamente, R$ 500 do salário antes de pagar as contas e usá-los para comprar ações.
“Deixava de sair para guardar esse dinheiro, sempre pensava em gastar esse dinheiro no futuro”, recorda.  A regra vale até hoje e o montante depositado cresceu conforme a carreira do consultor evoluiu, e hoje ele estima ter reservas equivalentes a três anos de salário. “Hoje tiro 40% (do salário) para guardar, o resto pago minhas contas, baladas e viagens”, conta Eduardo, que nas horas vagas também se dedica à música atuando como empresário de uma banda de samba-rock.

Em 2009, quis deslocar parte das suas reservas para o que considerou um investimento mais "sólido": resgatou todo o dinheiro que tinha poupado até então e usou para dar de entrada no imóvel em que mora atualmente.
O consultor de marketing Eduardo Santin Scarpari, 27 anos. (Foto: Raul Zito/G1)O consultor de marketing Eduardo Santin Scarpari, 27 anos. (Foto: Raul Zito/G1)
Além da renda variável e do imóvel, o consultor mantém também uma previdência privada em parceria com a empresa onde trabalha. “Eu coloco X e a empresa coloca mais X, e se eu sair depois de um tempo determinado pela empresa posso sacar o valor integral depositado nessa previdência”, diz.
Preparação e treino
O biólogo Lucas Retz Vilella Pinto, 28 anos, passa três horas do seu dia em uma corretora de valores em Piracicaba, no interior de São Paulo. Pela manhã, antes de ir para a empresa de segurança no trabalho em que é empregado, ele realiza operações financeiras chamadas de opções (contrato que confere ao titular o direito de comprar ou vender determinado ativo a um preço e datas estipulados).

“Eu fui pegando um pouco do meu salário, 15%, 20%, e comecei a fazer compra de algumas ações”, diz o biólogo, que também tem foco em um futuro de menos preocupações financeiras.
 
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série 'Jovens planejam aposentadoria'
“É bem para aposentadoria. Penso chegar a uns 50 anos com uns milhões na conta”, diz o biólogo, que não descarta adotar outros tipos de investimento daqui a alguns anos. "Me interesso pelo Tesouro Direto (títulos da dívida do governo), mas ainda tenho que aprender mais".

A aproximação de Lucas com o mercado de ações começou há dois anos, quando ele se interessou pelo assunto e começou a fazer cursos na corretora que frequenta até hoje. Segundo ele, foi a busca por informação que fez com que ele perdesse o medo da bolsa. "Antes eu tinha interesse mas tinha um pouco de medo, era muito místico", analisa.
“Eu fui pegando um pouco do meu salário, 15%, 20%, e comecei a fazer compra de algumas ações (...). Comecei com Petrobras e Vale. Todo mês eu comprava um pouquinho”, diz o biólogo, que atualmente reaplica todo dinheiro que ganha e não pensa em gastar o dinheiro no futuro próximo.
O biólogo Lucas Retz Vilella Pinto, 28 anos, passa três horas do seu dia na corretora. (Foto: Arquivo pessoal)O biólogo Lucas Retz Vilella Pinto, 28 anos,
passa três horas do seu dia na corretora.
(Foto: Arquivo pessoal)
“Eu penso nessas ações para daqui a uns 15, 20 anos. Eu acredito que depois de um tempo, se eu tiver bastante ações, eu consiga ficar só com uma carteira de dividendos, e ter essa renda para aposentadoria”, planeja.

O consultor de marketing Eduardo Scarpari também usou um programa simulador de compra e venda de ações antes de estrear nas "emoções" reais do mercado de renda variável.

“Passei sete meses simulando. Como eu estava na faculdade, eu estava o dia inteiro vendo isso. Eu até brinco que eu era mais conservador do que antes, agora eu sou mais agressivo”, afirma.
Lições do risco
Os dois jovens já passaram seus momentos de "susto", em tempos de mercados instáveis e embalados pela crise financeira internacional. "Chegou a desvalorizar uns 30% do que eu tinha, mas ainda estou no saldo positivo", conta Scarpari.
Já o biólogo Lucas diz que a instabilidade do mercado o ensinou a traçar uma estratégia e mantê-la, mesmo quando os preços oscilam demais. "Eu procuro seguir o plano, não me empolgar demais quanto estou ganhando nem mudar quando estou perdendo", diz. "Eu gosto de comprar a ação e segurar, não ligo para preço. Para pesquisar, eu gosto de ver a política da empresa, caixa, rendimento, se ela está endividada ou não, expectativa da empresa".
Mudança de 'profissão'
Aos 27 anos, o publicitário José Diniz também tem planos para o futuro. Há cerca de um ano, iniciou um clube de investimento com amigos de colégio. “São seis pessoas. Tem economista, engenheiro, administrador. Fui montando um clube com pessoas meio que chave, que atuavam em determinadas áreas que fariam um clube com uma inteligência, e um cara que opera acima do mercado. Um time que conseguisse tocar bem o negócio”, conta.
“A gente tem uma ideia de um dia ter algo como uma butique de investimento. Deixar a carreira atual e montar uma butique de investimento. Isso seria um sonho. Anda um pouco complicado. Não colocamos nenhum prazo com metas. A gente ainda está numa fase de aprendizado”, diz o jovem.
Com a crise, os amigos reduziram os aportes no clube. “Mas a gente chegou a ter quase R$ 300 mil no clube. Da minha renda, cheguei a fazer em torno de 10% do que eu estava recebendo”, diz Diniz.
Palavra dos especialistas
Na opinião do consultor financeiro Alexandre Lignos, da consultoria IGF, a decisão de começar a poupar para a aposentadoria ainda na juventude é louvável e deve trazer um futuro promissor para a vida financeira dos dois rapazes.  A disciplina em fazer depósitos mensais, diz o consultor, é fundamental para um poupador de sucesso.
"Eles estão fazendo certo, isso é atitude de quem vai ser rico. Não pode deixar de garantir seu futuro só para gastar em balada", elogia o consultor.
A recomendação de Lignos é que se poupe 40% do salário, e que cada um se ajuste a viver apenas com o dinheiro que sobra depois de retirada a reserva. "Tem que viver dentro das suas possibilidades", diz.
Para  Eloisa Vasconcellos, consultora da corretora Magliano, o cuidado dos jovens em planejar detalhes de sua vida futura e fazer planos para o orçamento da família ainda na "solteirice" são características comuns do investidor que tem perfil para o mercado de ações. "Se a pessoa é mais 'deixa a vida me levar,' não está preocupada em querer uma rentabilidade maior do que a que teria com o dinheiro parado em um fundo", opina.
De acordo com Lignos, tanto Lucas quanto Eduardo ganhariam mais segurança financeira se mantivessem dinheiro aplicado também em opções mais conservadoras, como fundos e renda fixa. Outra sugestão do consultor é que os dois investidores formem uma reserva em algum tipo de investimento mais fácil de resgatar em uma situação de emergência.

"É importante diversificar os investimentos e aplicar parte do dinheiro em uma reserva mais conservadora e com liquidez, para ser usada em uma emergência. Se alguém na família fica doente e você precisa vender ações, pode ter que vender a um preço baixo e perder muito dinheiro até da aposentadoria", diz.
Segundo o consultor, ter outros investimentos além das ações é mais importante ainda em tempos de crise e incerteza econômica como o atual. Lignos acredita que o ideal seria manter  no máximo 30% a 40% em ações; 40% a 50% em fundos moderados e arrojados e 30% em renda fixa, poupança ou tesouro direto, mais conservadores.

Na opinião dele, Eduardo pode ter tomado uma decisão questionável ao retirar todo o dinheiro das ações em 2009 para comprar um imóvel. "Isso não é diversificar. Diversificar é manter percentuais em investimentos diferentes, não transferir de um ativo para outro".
Antes de decidir comprar um imóvel, diz ele, é preciso avaliar o custo de manutenção e o custo da oportunidade de deixar o dinheiro "líquido", ou seja, disponível para ser aplicado em investimentos mais atraentes. "É um período em que você paga juros do financiamento em vez de receber", analisa o consultor.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Saiba como a pecuária chegou ao Brasil



A pecuária bovina chegou ao Brasil com os primeiros imigrantes portugueses, ainda na primeira metade do século XVI.

Hoje, o país tem o maior rebanho bovino comercial do mundo, com aproximadamente 200 milhões de cabeças, distribuídas em 2 milhões de estabelecimentos rurais, que ocupam 180 milhões de hectares.

Ou seja, a pecuária é uma atividade de grande importância para o nosso país. Entretanto, não é exatamente essa a história que eu queria contar sobre o boi gordo, mas sim a história sobre esse mercado.

Contar essa história faz com que fique mais fácil enxergar o futuro, ou seja, a direção para a qual o mercado vai. É através desse tipo de estudo e análise que viabilizamos planejamentos de longo-prazo na pecuária. É a única maneira de tentar sentar na popa do bote quando todos estão na proa, evitando assim que ele vire. É uma maneira de evitar vender barato e comprar caro. Esse tipo de estratégia melhora a margem de quem vive da atividade pecuária. Tenha certeza disso!

A série histórica mais longa que tenho de preços da arroba do boi gordo começa em 1954. Os dados são do Instituto de Economia Agrícola, o IEA, em continuação com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o Cepea, e outros coletados pela equipe agrícola da XP Agro.

Assim conseguimos a sequência mais longa possível de preços. Dividi em cores a duração de cada ciclo dentro desse período de tempo, como mostra o gráfico abaixo:

Gráfico 1. evolução do preço da arroba do boi gordo a prazo em Barretos - SP, deflacionado pelo IGP-DI


O gráfico nos ajuda a enxergar que os preços do boi movem-se em ciclos que duram alguns anos e trabalham em fases: alta, estabilidade e baixa.

No Brasil, essas fases também têm uma duração média dentro da qual costumam trabalhar. No país, os ciclos pecuários duram, historicamente, algo em torno de 6 a 9 anos, com 3 a 4 anos de baixa e 3 a 4 anos de alta, intermediados por uma fase de estabilidade, que pode ser de 1 a 3 anos.

Há ciclos que fogem dessa regra.

Para entender por que isso acontece, é importante ter em mente que existem três padrões temporais com os quais temos que trabalhar: sazonalidade, tendência e ciclo.

A sazonalidade diz respeito ao padrão de comportamento dos preços dentro do período de um ano, traduzido pela safra no primeiro semestre e entressafra no segundo semestre. É regida basicamente pelo fator climático.

A tendência é o que ocorre com algo que interfira na oferta ou demanda. O aumento da renda da população é uma tendência que pode durar vários anos e interferir na duração da fase de alta de um ciclo.

O ciclo é um padrão que se repete regularmente dentro de alguns anos, como foi mostrado no gráfico 1.

Tá, mas o que estabelece esse padrão? Simples. A psicologia de mercado atrelada à dinâmica do negócio na pecuária.

Vou traduzir: em anos de preços em alta, a margem do pecuarista melhora e ele tem mais capital para investir na produção e retém fêmeas para a produção de bezerros, além de aplicar novas tecnologias, comprar mais terras, entre outras atitudes motivadas pela necessidade de aumentar a produção.

E a produção, de fato, aumenta. Por isso, depois de alguns anos, a oferta gado e de carne sobe, deixando o mercado saturado. Os preços, então, começam a cair e tem-se o fim da fase de alta e o início da fase de baixa. Entre as duas fases pode ocorrer uma acomodação, o que chamamos de fase de estabilidade.

É aí que o pecuarista reduz o uso de tecnologias, insumos e aquisição de novas áreas. O objetivo é diminuir os custos de produção, e assim ele posterga investimentos. Quando não é mais possível realizar esses cortes, ele acaba refugiando-se na venda das matrizes para manter o caixa no azul, ou seja, é obrigado a liquidar o seu plantel.

Em um primeiro momento, esse abate de fêmeas dá ainda mais força ao movimento de baixa, já que a oferta de animais para abate também aumenta. Mas o efeito disso é sentido nos anos seguintes, quando os bezerros das fêmeas abatidas não são mais produzidos. Naturalmente a redução da oferta de bezerros acaba por pressionar também, negativamente, a oferta dos animais das eras seguintes, até faltar boi para abate.

A primeira indicação de que a produção de animais está reduzida aparece no preço do bezerro. As cotações começam a subir concomitantemente a um boi gordo em baixa/estabilidade. E é aí que o pessoal volta suas atenções ao pequeno e o interesse na produção dele volta a aumentar.

Como ainda faltam animais terminados, dentro de algum tempo o valor da arroba do boi gordo começa a se recuperar pela redução da oferta, dando início à fase de alta e um novo ciclo pecuário.

Onde estamos inseridos hoje?

Explicado o comportamento histórico do ciclo dos preços pecuários, vamos analisar o panorama atual do mercado dentro dessa lógica.

Bom, após um recuo das cotações ocorrido de 2002 ao início de 2006, época em que o produtor "reduziu a marcha", a entressafra daquele ano deu início ao atual ciclo em que nos encontramos.

De junho de 2006 e fevereiro de 2007, o preço do boi gordo subiu fortemente em praticamente todo o país.

A virada do ciclo anterior começava a dar pistas de que ocorreria em 2004 e 2005, através do aumento da participação das fêmeas nos abates, além da redução dos investimentos na pecuária. Essa redução dos investimentos é refletida pela diminuição do PIB (produto interno bruto) do setor de insumos agropecuários. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, de 2002 a 2006 o abate de vacas cresceu 135% enquanto o abate de bois aumentou bem menos, "apenas" 25%. Ocorria a liquidação do rebanho.

Esse era um sinal de que os preços baixos realmente levavam o produtor abater suas fêmeas de maneira forçada naquele período.

No período da virada o preço do boi estava caindo devido à ocorrência da febre aftosa no Mato Grosso do Sul (2005) e aos efeitos da gripe aviária, que fazia sobras frango no mercado interno e acabou por pressionar a cotação da carne bovina.

Mas o bezerro continuava com preços firmes. Sinal de escassez da categoria devido ao abate das fêmeas.

Queda de rentabilidade, que resulta em abate de fêmeas, que resulta em redução de bezerros, que resulta em redução de bois gordos prontos... a lógica do mercado prevaleceu.

No início de 2007 o mercado mostrou que se encontrava em uma nova fase. O boi atravessou o primeiro semestre (período de safra) com firmeza. Nessa época, embora não seja regra, geralmente os preços recuam.

Em 2008, o mercado prometia, mas a crise internacional veio e deu um "corte" na intensa alta que era anunciada para a entressafra. Os frutos da recessão também foram colhidos em 2009.

Enquanto isso, a retenção de fêmeas continuou. Observe o gráfico 2:

Gráfico 2. Evolução da participação de fêmeas e machos nos abates totais (%)


Hoje já podemos contar cinco anos de retenção de fêmeas (início em 2006). Os preços do boi gordo ainda não começaram a recuar. Na verdade, eles passam pela fase de estabilidade.

O bezerro, segue ainda sustentado e a sua produção ainda apresenta boa margem, o que indica que ainda não vivemos a virada da fase de alta, porém, a retenção de fêmeas diz que estamos próximos.

Quando a cotação dos bezerros começar a recuar de maneira considerável, é o momento em que o pecuarista deve realmente se preocupar, caso não tenha feito ainda os preparativos para "aguentar" a fase de baixa do ciclo que está por vir.

Essa outra história que contei sobre o boi gordo serve para mostrar que os preços alcançaram um novo patamar, mas já observamos mais de quatro anos de alta.

Como os ciclos pecuários, historicamente, têm duração de 6 a 9 anos, sendo 3 a 4 anos de baixa e 3 a 4 anos de alta e alguns intermediários de estabilidade, a fase de alta do atual ciclo de preços pode estar muito próxima do fim.

Pode-se esperar preços firmes para 2011, mas a luz amarela já está acesa. Pode ser que essa fase de alta tenha sido alongada pela intervenção da crise de 2008, que abortou a forte alta esperada (e iniciada) no período, e pelo forte crescimento dos países emergentes, que trouxe aumento da demanda por alimentos, inclusive aqueles de melhor qualidade (carnes). Entre eles, inclui-se o Brasil. Lembram-se que falei sobre "tendências" no início do texto? Essa é uma tendência que influencia a fase de alta positivamente.

E deve-se levar em consideração que com os juros baixos, e o aumento do poder de compra, o consumo de carne bovina cresceu além da média bem em cima de uma forte crise de oferta. A inflação acompanhou o aumento do consumo, ou seja, mesmo com preços estáveis, a rentabilidade do produtor pode ser "abocanhada" pela alta dos custos de produção.

Enfim, fatores como aumento da demanda e queda de investimentos podem mexer com a duração das fases do ciclo, mas isso não impede que ele continue a exercer sua força sobre o mercado mais cedo ou mais tarde. Esses são pensamentos de longo-prazo que nos ajudam com as preparações para aguentar os períodos ruins, criando "gordura" nos momentos favoráveis. E só assim, jogando contra o ciclo, é que torna-se possível tirar alguma vantagem do mercado. E acredite, num prazo mais longo, a análise funciona! 

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

JÁ ESTA DEFINIDA A DATA PARA O #DIA_DE_TRADER

#DIA_DE_TRADER
Dia 29/08/2011 venha passar um dia ao lado de um especialista em Bolsa de Valores e saber como é feita toda a operação, quer saber mais informações sobre esta promoção ligue agora mesmo para 16 3515 3717 e saiba como participar.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Venezuela faz uma enorme transferência de ouro da Suíça para bancos na China, Rússia e Brasil




Ouro
Imagem: AP
Poucos dias depois de voltar para casa de outra rodada de quimioterapia em Cuba, Hugo Chavez ordenou bilhões de dólares em dinheiro e centenas de toneladas de ouro para ser realocado.
De acordo com o The Wall Street Journal , Venezuela irá mover o dinheiro de bancos suíços e Inglês para a Rússia, China e Brasil, enquanto se deslocam centenas de toneladas de ouro do estrangeiro em seu próprio cofres do banco central.
Nenhuma declaração oficial foi lançado, mas após a crise da dívida teto EUA altos funcionários venezuelanos foram vocal sobre "uma crise de incerteza" com o seu sistema baseado em dólares monetária.
Funcionários bancários chamar a mover um grande risco que poderia ser solicitado, em parte, por litigância de recuperar os danos da nacionalização dos campos de petróleo da Venezuela - um projeto de lei que pode variar de $ 10 a US $ 40 bilhões.
Documentos divulgados pelo ministro das Relações Exteriores da Venezuela também mencionar "os poderes do Norte" ter "saqueado" europeu da Líbia, as reservas e as notas de um plano deve ser feito para evitar um destino semelhante.
Isto leva a novas especulações sobre o câncer de Chávez, as eleições do próximo ano, e potencialmente drásticas manobras políticas que poderiam incorrer em sanções internacionais.
Após o anúncio, três linhas de crédito para 4000 milhões dólares foram estendidas a Venezuela a partir de China, Rússia e Brasil - com uma parcela dos fundos russo especificamente programado para uso militar.
fonte: http://www.businessinsider.com/